Nesta segunda parte da conversa, o músico e cantautor Luca Argel começa por dar conta do que diria ao país e aos portugueses e aos brasileiros e ao Brasil no seu livro de reclamações. Luca afirma-se optimista por decisão, embora não veja o amanhã do mundo com os melhores olhos.
Depois reflete na importância da reinvenção de novas masculinidades, que se demarquem das violências e ideais da manoesfera e comenta o faroeste em que se tornou a Inteligência Artificial. E ainda fala dos fantasmas atuais que o assombram.
No final, partilha os próximos projetos, as músicas que o acompanham, os pequenos prazeres quotidianos. E ainda lê um texto de Mar Becker e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas!

Luca Argel (parte 1): “A vida não acontece, não se dá, se não houver espaço para a surpresa, para o inesperado. É preciso haver uma casa vazia no tabuleiro”
1:12:51

Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
1:13:44

Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
1:18:01