É filósofa, investigadora, escritora e cronista. Luísa Semedo cresceu no bairro da Serafina, em Lisboa, e doutorou-se na Universidade Sorbonne, em Paris, onde defendeu uma tese sobre a ética da empatia. É também uma voz do ativismo antirracista e de outras tantas desigualdades sociais. A residir em França conta como o movimento estudantil está a destapar as condições “precárias e desiguais” em que estudam os jovens naquele país. O seu filho mais velho participou nos recentes bloqueios e Luísa revela que sentiu um misto de medo e orgulho. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça

Luísa Semedo (parte 2): “Não acredito em nenhuma religião, mas acredito no amor e na música. Se os extraterrestres viessem à Terra, mostrava-lhes o Prince”
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Joaquim Letria (1943-2026): “Estamos cada vez mais entregues à bicharada. Mas não culpo os jovens”
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Carla Madeira (parte 2): “Escrevo para lidar com a ideia do irreversível. Assusta-me quando não podemos mais alguma coisa. A felicidade é quando ainda é possível”
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