Durante os últimos dois anos a prestigiada escritora Lídia Jorge escreveu um romance que partiu de um pedido da sua mãe, pouco antes de morrer. Confinada num lar de idosos, pediu que a obra se chamasse “Misericórdia”, para que as pessoas se tratassem com mais humanidade e empatia. E Lídia escreveu o seu livro mais íntimo, uma exaltação da vida, da curiosidade, da sabedoria mesmo quando a morte espreita. Sobre a crise atual, a escritora, que faz parte do Conselho de Estado, afirma: “É errado um discurso triunfalista dos números quando as pessoas estão a sofrer muito. Há um contraste entre aquilo que é o discurso político e a vida das pessoas. É um reparo que faço ao Governo!” Ouçam-na no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas, com Bernardo Mendonça.

Carla Maciel (parte 2): “O tempo escapa-me das mãos e ainda sonho muito. Quero fazer um filme de terror e uma tragédia grega. Sou chata e insisto. Vou conseguir, nem que seja aos 70”
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Carla Maciel (parte 1): “Acredito que tudo é definido pelo amor que colocamos nas coisas. O amor cura tudo. É o que nos define na vida”
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Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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