Ouça aqui a segunda parte da conversa com a poeta, escritora e dramaturga Judite Canha Fernandes, que aqui fala da vida precária de quem vive da escrita, “um peixinho num mar de peixões” e da importância das bolsas literárias como bolsas de oxigénio para criar. Judite lê vários poemas, um deles dedicado à Palestina e ao horror que se passa em Gaza, e conta como o amor, a poesia e a literatura a movem. Boas escutas!

Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”
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Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
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