Ouça aqui a segunda parte da conversa com a poeta, escritora e dramaturga Judite Canha Fernandes, que aqui fala da vida precária de quem vive da escrita, “um peixinho num mar de peixões” e da importância das bolsas literárias como bolsas de oxigénio para criar. Judite lê vários poemas, um deles dedicado à Palestina e ao horror que se passa em Gaza, e conta como o amor, a poesia e a literatura a movem. Boas escutas!

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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