Ouça aqui a segunda parte da conversa com a poeta, escritora e dramaturga Judite Canha Fernandes, que aqui fala da vida precária de quem vive da escrita, “um peixinho num mar de peixões” e da importância das bolsas literárias como bolsas de oxigénio para criar. Judite lê vários poemas, um deles dedicado à Palestina e ao horror que se passa em Gaza, e conta como o amor, a poesia e a literatura a movem. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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