É uma prestigiada atriz de teatro e a voz de inúmeras lutas sociais. Enquanto ativista participou na campanha pela legalização da IVG, deu a cara pela igualdade no casamento, pela despatologização das pessoas trans e integrou o grupo inicial que convocou a manifestação “Que Se Lixe a Troika — Queremos as Nossas Vidas”, de 15 de Setembro de 2012. Há mais de uma década, uma intervenção de Joana Manuel numa conferência em que falou da desesperança de uma geração precária, viralizou no Youtube com milhares de visualizações. Este ano, a atriz protagonizou no teatro a extravagante matriarca 'Mortícia' no musical “A Família Adams” e prepara-se para participar numa nova série da Netflix. Apesar das críticas ao atual Governo, e da precariedade da profissão, Joana deixa claro: “O teatro salvou-me a vida!” Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça

Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
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Teolinda Gersão (parte 1): “Sou uma escritora do inconsciente. Escrevo para resistir e para saber o que não sei. Escrever é uma porta para a esperança”
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David Fonseca (parte 2): “A minha imagem pública é taciturna, mas levo a vida com humor e parvoíce. É uma forma eficaz de me manter alerta”
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