Há dez anos que o realizador João Salaviza, e a companheira Renée Nader Messora, filmam o povo indígena Krahô, no Brasil. A sua nova longa-metragem, “A Flor do Buriti”, que ganhou o “Prix d´Ensemble”, em Cannes, é o resultado dessa longa relação com os Krahô, com estreia marcada para o próximo dia 23 de março nos cinemas. Uma obra que nos transporta até à aldeia da Pedra Branca, na região de Tocantins, no Norte do Brasil, e que nos confronta com a cultura e a história de resistência dos Krahô durante séculos de invasões, massacres e roubos. Salaviza, que já foi premiado por outros filmes no passado com o “Urso de Ouro” e a “Palma de Ouro”, conta-nos neste podcast como tudo mudou na sua vida e na sua obra nesta última década, depois de conhecer Renée e o povo Krahô, que o batizou a si e à sua família com nomes indígenas e o inspiraram a mudar o foco do seu cinema.

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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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