É uma das atrizes portuguesas mais prestigiadas no Brasil e anda há mais de uma década entre travessias no cinema, dança, teatro e performance. Largamente premiada no grande ecrã, este ano recebeu uma menção honrosa no Los Angeles Brazilian Film Festival pelo filme “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky. No teatro, as suas co-criações “Aurora Negra” e “Cosmos” trouxeram um novo movimento que aborda a arte como possibilidade de reparação histórica e agitação de consciências. “É dever de um artista refletir sobre os seus tempos, como dizia Nina Simone. Em tudo o que faço quero estar com as minhas fragilidades e fortalezas e reverberar com a ficção sobre o presente e futuro para nos libertarmos e curarmos.” Ouçam-na no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, com Bernardo Mendonça

Carla Maciel (parte 2): “O tempo escapa-me das mãos e ainda sonho muito. Quero fazer um filme de terror e uma tragédia grega. Sou chata e insisto. Vou conseguir, nem que seja aos 70”
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Carla Maciel (parte 1): “Acredito que tudo é definido pelo amor que colocamos nas coisas. O amor cura tudo. É o que nos define na vida”
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Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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