Nas artes da escrita, ele é um criador de múltiplas pistas. É dramaturgo, argumentista, romancista, poeta, cronista, realizador e músico e, há décadas, assina programas de televisão, além de séries, filmes, rábulas para rádio e peças de teatro. Fez parte das Produções Fictícias, fundou a banda satírica “Cebola Mol” e, apesar de achar que o mundo ainda vai piorar, continua a acreditar no poder de uma boa gargalhada e na revolução das gerações futuras contra o sistema e a voragem da tecnologia. Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça. Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça

Susana Moreira Marques (parte 2): “A literatura é uma boa maneira de não formarmos opiniões rápidas. A boa literatura não nos fecha num ponto de vista”
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Susana Moreira Marques (parte 1): “Escrevo para que as histórias sobrevivam à inevitabilidade do desaparecimento. As pessoas desaparecem, mas algo perdura”
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Dalila Carmo (parte 2): “Acredito no poder da emoção e da fragilidade. É preciso ser-se muito forte para expôr vulnerabilidades”
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