Nas artes da escrita, ele é um criador de múltiplas pistas. É dramaturgo, argumentista, romancista, poeta, cronista, realizador e músico e, há décadas, assina programas de televisão, além de séries, filmes, rábulas para rádio e peças de teatro. Fez parte das Produções Fictícias, fundou a banda satírica “Cebola Mol” e, apesar de achar que o mundo ainda vai piorar, continua a acreditar no poder de uma boa gargalhada e na revolução das gerações futuras contra o sistema e a voragem da tecnologia. Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça. Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça

Viriato Soromenho-Marques (parte 2): “A paz é uma das mais difíceis invenções da Humanidade. E é a grande invenção e projeto que temos de realizar”
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Viriato Soromenho-Marques (parte 1): “Está a faltar-nos o espanto pela beleza do mundo. Uma vida boa deve extravasar a tecnologia e os ecrãs”
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#5 Série especial ‘Os mais ouvidos’, com Madalena Sá Fernandes: “Procuro a resistência da alegria. Vivi uma fase escura. Agora trabalho para manter a alegria, o espanto e a curiosidade”
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