É um dos mais relevantes nomes do humor português. Um dos talentos é conseguir imitar de forma extraordinária as mais variadas figuras públicas. Já foi uma espécie de “rock star” no grupo musical satírico “Cebola Mol”, com Filipe Homem Fonseca, escreveu para jornais, editou dois discos e cinco livros. “Os momentos de glória são tão importantes como os de derrota. Mesmo após um prémio pensas…e agora? E se for golpe de sorte?”

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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