Nome incontornável da literatura contemporânea portuguesa, Dulce Maria Cardoso é autora de cinco romances que lhe valeram inúmeros prémios. O livro “O Retorno”, de 2012, é uma das suas obras mais elogiadas e o último romance, “Eliete”, de 2018, é outro caso sério de popularidade, aclamado pela crítica e pelos leitores: venceu o Prémio Oceanos em 2019 e foi finalista do Prémio Femina. Uma obra com final em aberto, que faz parte de uma trilogia que aguarda o segundo volume. Para quando? É a pergunta repetida que a escritora escuta há seis anos. Um projeto adiado pela pandemia e por razões pessoais, que Dulce aqui revela. Ouçam-na aqui na primeira parte desta conversa com Bernardo Mendonça

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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