Na segunda parte deste episódio, Diana Niepce abre o livro “Anda, Diana”, um diário de auto-ficção onde narra de forma crua e íntima, e com um humor bastante mordaz, o que passou nos tempos que se seguiram ao seu acidente de 2014. E, ao afirmar-se como um “corpo político”, revela o que espera destas legislativas de 10 de março e o que importa lembrar, melhorar e celebrar nestes 50 anos da nossa democracia. Diana partilha ainda as músicas que a acompanham na vida, na dança ou no duche, e fala de amor, sexo e humor. Boas escutas!

Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”
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Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
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