No arranque desta segunda parte, Cláudia responde a uma pergunta do escritor Valter Hugo Mãe. E discorre sobre alguns dos medos que ainda vivem em si. Mais à frente, é surpreendida por mais um retrato aúdio, sobre si, pela também poeta Raquel Nobre Guerra, que é amiga íntima e a compara a uma romã, de uma forma muito bela, certeira e poética. Raquel lança-lhe também algumas achas para a fogueira das questões que ardem em acesas respostas. E ainda há espaço para a música e para a leitura de dois dos seus poemas preferidos: “O Poeta em Lisboa”, de António José Forte, e “Homens que São como Lugares Mal Situados”, de Daniel Faria.

Ana Guiomar (parte 2): “Escolho sempre a alegria, mesmo num dia melancólico. Procurei a terapia, que me trouxe segurança e onde aprendo a dizer 'não'”
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Ana Guiomar (parte 1): “Somos todos ridículos e ainda bem. Gosto muito do meu lado de revisteira. Mas também tenho mau feitio”
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Vera Iaconelli (parte 2): “Não sei disputar. Não me interessa a competição. Destaco-me no que faço, mas quero é pertencer. Evito quem atua na inveja. Então faço uma seleção radical, e até sofrida”
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