A escritora, poeta, dramaturga, argumentista e atriz Cláudia Lucas Chéu, autora de títulos como “Beber pela Garrafa”, “Mulher Sapiens” e “Ode Triumphal à Cona”, sobe agora ao palco do Teatro Nacional D. Maria II para protagonizar “Orlando”, a peça que escreveu a partir do texto de Virgínia Woolf com encenação de Albano Jerónimo, em cena de 5 a 10 de abril, na sala Garrett. Uma obra que é uma travessia até à verdade, uma celebração e um grito de revolta da comunidade LGBTQIA+. Uma peça que ganha outro peso e significado em tempos de guerra: “Não conheço emoção mais potente do que o amor. É mais poderosa do que o ódio.”

Carla Maciel (parte 2): “O tempo escapa-me das mãos e ainda sonho muito. Quero fazer um filme de terror e uma tragédia grega. Sou chata e insisto. Vou conseguir, nem que seja aos 70”
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Carla Maciel (parte 1): “Acredito que tudo é definido pelo amor que colocamos nas coisas. O amor cura tudo. É o que nos define na vida”
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Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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