Na segunda parte desta conversa, Catarina responde à questão surpresa colocada pela sua companheira, a cineasta Cláudia Varejão, sobre como vê neste momento a cidade de Lisboa. O que a inquieta, preocupa e estimula? E como olha Catarina para o nosso país 50 anos depois do 25 de Abril? E o que importa reconstruir, desconstruir e fazer nos próximos 50 anos para vivermos numa sociedade com menos desigualdades, ódios e 'ismos'? Neste episódio, há ainda espaço e tempo para falarmos sobre amor, humor e sobre a sua fé, nos outros, na arte e na natureza. E há ainda lugar para a poesia e para a música que a acompanha.

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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