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Carla Madeira (parte 2): “Escrevo para lidar com a ideia do irreversível. Assusta-me quando não podemos mais alguma coisa. A felicidade é quando ainda é possível”

 

Nesta segunda parte da conversa, a escritora brasileira Carla Madeira recorda como foi o seu caminho até se tornar a escritora de ficção mais lida do Brasil.

Revela ainda o seu processo criativo, o denominador comum que unifica a sua obra literária e explica a razão de escrever para lidar com a ideia de irreversibilidade que tanto a apavora. Depois fala da sua profunda inquietação sobre o atual Brasil rachado e onde reside a sua esperança na Humanidade e no amanhã.

No final, a escritora ainda lê um excerto da obra “Diário de Luto”, de Roland Barthes, dá conta de algumas músicas que a acompanham, trauteia duas, deixa uma sugestão cultural e partilha os seus pequenos prazeres quotidianos. Boas escutas!