Ela é a escritora de ficção mais lida do Brasil. O que, atendendo à dimensão do seu país, não é dizer coisa pouca. Este verão lançou o novo romance, “Quando”, que rapidamente chegou ao top de vendas brasileiro.
Carla Madeira é um fenómeno literário desde o seu livro de estreia “Tudo é Rio”, de 2014, que tirou partido do passa-palavra, e depois dos clubes do livro, até se tornar uma autora bestseller. Com um percurso na área da publicidade, Carla chegou à literatura só aos 50 anos e, desde aí, já assinou 4 romances.
Os seus livros misturam poesia e crueza para falar de violência doméstica, maternidade, sexualidade, desejo, abuso, preconceito, luto e perdão e têm sido alvo de debates intensos, especialmente em torno de questões feministas e sociais.
Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.

Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício”
1:09:03

Luca Argel (parte 1): “A vida não acontece, não se dá, se não houver espaço para a surpresa, para o inesperado. É preciso haver uma casa vazia no tabuleiro”
1:12:51

Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
1:13:44