Alexandre Vidal Porto (parte 1): “O preço da liberdade é a eterna vigilância. Temo que um radical de direita mais inteligente que Bolsonaro consiga seduzir o Brasil”
O quarto romance do escritor e diplomata brasileiro Alexandre Vidal Porto, “Sodomita”, acaba de ser editado em Portugal e de vencer o prestigiado Prémio Machado de Assis 2024. Um livro que, através da ficção e de muita pesquisa, conta a história real (ou surreal) de Luiz Delgado, um violeiro português votado ao “degredo” no Brasil pela condenação de um dos crimes mais hediondos da época — amar pessoas do mesmo sexo. Um romance que nos transporta aos diabólicos tempos da Inquisição para nos confrontar com preconceitos que persistem ainda 300 anos depois na sociedade. O autor revela aqui ter escrito o livro como reação ao “bolsonarismo”, uma obra de resistência e memória sobre uma das épocas mais feias da história. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça
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A Beleza das Pequenas Coisas
Conversas conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias mai…Social links
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Vasco Pereira Coutinho (parte 2): “Se conseguir rir até da morte, estou a tirar-lhe o poder de me esmagar”
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Luísa Semedo (parte 2): “Não acredito em nenhuma religião, mas acredito no amor e na música. Se os extraterrestres viessem à Terra, mostrava-lhes o Prince”
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