O Senado Federal aprovou o novo Marco Regulatório do Saneamento Básico. A medida é um importante remédio para atacar duas frentes que foram atingidas pelo novo coronavírus: saúde e economia. O projeto busca a universalização do saneamento básico até 2033, com a cobertura de 99% do território nacional para o fornecimento de água potável e de 90% para coleta e tratamento de esgoto. O modelo abre mais caminho para o envolvimento de empresas privadas no setor. Com o aporte de quase 80 bilhões por ano, a estimativa é que se crie milhões de vagas de emprego. Por outro lado, é estimado que se economize cerca de 290 milhões de reais por ano ao diminuir doenças comuns em áreas não saneadas.
Afinal, como esse novo marco pode mudar a vida dos brasileiros? O quanto teria se poupado de vidas na pandemia se o saneamento fosse universal? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, e com a repórter de economia do Estadão, Adriana Fernandes.

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