No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal.
Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes.
O teor das conversas foi revelado pelo Estadão.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana.
Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.
“Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça.
O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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