No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4.
Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral.
Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações.
A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições.
De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux.
De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.
O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio.
O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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