A pandemia do novo coronavírus criou um novo benefício para famílias que vivem na linha da pobreza, e que foram ainda mais afetadas pelas medidas restritivas de segurança contra a Covid-19. O auxílio emergencial de 600 reais tirou, momentaneamente, 13 milhões de brasileiros dessa condição, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. Neste universo, o estudo indicou que as regiões onde mais famílias saíram dos níveis extremos da pobreza foram o Nordeste e o Norte. A questão que se debate agora, após esses dados, é como será o comportamento social diante da redução desse valor para metade, como pretende o governo.
Afinal, qual a importância que teve o auxílio emergencial para este momento? Quais os problemas que podem surgir com a sua redução? Na edição de hoje, conversamos com o economista Marcelo Neri, pesquisador da FGV Social e coordenador deste estudo, e com o tributarista e professor da Universidade Complutense de Madrid, Marcos Catão.

Carlos Andreazza: Dino é Moraes. Fachin será o quê? | Estadão Analisa
1:04:30

Andreazza: ‘Os precedentes do Direito Xandônico: Mendonça se serve de Moraes’ | Estadão Analisa
1:01:41

Andreazza: O ‘todo institucional’ de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa
1:01:33