Em declaração ao Estadão, o presidente da Câmara dos Deputados disse que é importante separar o Estado e o governo, em referência a quantidade de militares, principalmente da ativa, no Executivo federal. Para Rodrigo Maia, essa proximidade pode acabar misturando as responsabilidades e gerando um problema, por isso, propõe uma medida para evitar essas indicações. O deputado não é o primeiro a se preocupar com a “militarização” do governo. O Supremo Tribunal Federal e o Tribunal de Contas da União também já demonstraram receio com o movimento.
Afinal, é preciso impor limites nessas nomeações, principalmente, de militares da ativa? Essa relação entre executivo e Forças Armadas interfere na autonomia das instituições? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a repórter do Estadão, Jussara Soares, que entrevistou Rodrigo Maia, e com o editor do BR Político, Marcelo de Moraes.

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