No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina.
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR).
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
ASSINE O ESTADÃO:
Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
Acesse:

Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa
57:50

Andreazza: Todo mundo escolhendo o próprio juiz: Fux suspende decisão de Dino | Estadão Analisa
1:03:47

‘Desintegração do STF: De Moraes para Mendonça. De Moraes para Dino’ | Estadão Analisa
59:39