A partir de 1º de janeiro, a Transparência Brasil prevê que o acesso à informação pela sociedade civil sobre órgãos públicos volte aos patamares de 2018. A diretora de programas da entidade, Marina Atoji, também entende que a Controladoria-geral da República volte a ter uma atuação mais autônoma.
Segundo Atoji, “sob o novo governo, a expectativa é de retomada de onde paramos”, explica. Ela faz referência à gestão Bolsonaro, marcada por decretação de sigilos e tentativas de minar a Lei de Acesso à Informação Pública. Na avaliação da especialista, a derrubada dos sigilos de cem anos impostos pela União esbarra na Lei Geral de Proteção de Dados e será necessário analisar caso a caso.

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