A paralisação nacional articulada pelos caminhoneiros autônomos está, por enquanto, suspensa, afirmou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Transporte e Logística (CNTTL), em nota. A decisão, aprovada em uma assembleia na tarde desta quinta-feira, foi tomada após a publicação, no Diário Oficial da União, da medida provisória que atende a reivindicações da categoria, como o piso mínimo do frete, que prevê punição para empresas que descumprirem a norma. A multa vai de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões. Segundo a CNTTL, as negociações com o governo seguem tratando de outras pautas, que poderão ser incluídas na medida provisória por meio de emendas.
Em entrevista à Rádio Eldorado, o presidente da Associação Nacional de Transporte no Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, disse que a greve está suspensa por uma semana com “representantes sindicais tentando segurar a categoria” enquanto prosseguem as negociações com o governo. Segundo ele, “80% das empresas não pagam o piso” e as multas são questionadas judicialmente. “Existe um gatilho do frete conforme o diesel vai subindo, mas nunca acompanha o reajuste real”, afirmou.

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