Mais da metade dos 100 maiores municípios investe menos de R$ 100 por habitante em saneamento, patamar muito abaixo dos R$ 225 necessários para a universalização dos serviços até 2033, como prevê o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB). Franca (SP) ocupa a primeira colocação, seguida por São José do Rio Preto (SP), Campinas (SP) e Santos (SP). Os quatro municípios já atingiram a universalização. Santarém (PA), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Várzea Grande (MT) e Parauapebas (PA) aparecem nas últimas posições do ranking. Os dados referentes aos 100 municípios mais populosos do Brasil foram divulgados nesta quarta-feira na 18ª edição do Ranking do Saneamento, elaborado pelo Instituto Trata Brasil (ITB), em parceria com GO Associados. Em entrevista à Rádio Eldorado, a presidente-executiva do Instituto, Luana Pretto, disse que é difícil atingir a universalização nos municípios com indicadores ruins de investimentos. “É responsabilidade municipal, mas o Marco Legal do Saneamento trouxe a ideia de regionalização com a união de municípios para viabilizar projetos. Essa logica de regionalização quem precisa fazer é o Estado”, ponderou.

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