Antes de iniciar o processo de reestruturação da Fundação Casa, é preciso entender porque menores infratores têm entrado no sistema. A avaliação é da consultora na área de direitos humanos, Berenice Gianella. À frente da antiga Febem entre 2005 e 2017, Berenice comandou 146 unidades que abrigavam 10.500 adolescentes. Desde 2018, o número de internos têm caído e o sistema atende hoje cerca de 5 mil jovens em 111 sedes. O governador Tarcísio de Freitas defendeu, além do enxugamento do sistema, a realização de parceria público-privada. Em entrevista ao Jornal Eldorado, Gianella ressalta que o processo de escolha deve ser transparente, passando pela avaliação das causas da ociosidade e do modelo de privatização a ser proposto.

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