De Elvas para Lisboa com apenas vinte euros no bolso, do humor ao cinema, Joana Machado Madeira fala das críticas e da maternidade, da filha que sofreu bullying à decisão de recomeçar aos 31. Entre a culpa, o medo e a necessidade de proteger, abre o lado mais vulnerável e explica como encontrou um novo caminho: longe do palco, mas mais perto de si.

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Poeta da Cidade: “Disseram-me que não havia espaço para poesia. Então aprendi a fazer um livro sozinho”
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Maria João Avillez: Sou uma mulher conservadora, mas não sou reacionária. É como ter os olhos castanhos”
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