Aos 82 anos, Carlos Areia revisita uma vida feita de conquistas, perdas, amor e resistência. Recorda uma infância difícil, marcada pela ausência da mãe e por uma constante sensação de desenraizamento, fala dos sonhos de menino e da vida que acredita ter começado a viver verdadeiramente apenas aos 50 anos. O ator aborda a carreira que atravessa várias gerações, a relação com Rosa Bela, o envelhecimento, a amizade, a política e as mudanças de um país que já não reconhece totalmente, mas no qual continua a acreditar.

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