Miguel Morgado revisita a infância numa Setúbal marcada pela revolução, explica como se tornou um homem de direita num bastião comunista e recorda os anos mais difíceis da Troika ao lado de Pedro Passos Coelho. Analisa ainda o estado da democracia portuguesa e pelo caminho, fala da perda da fé, da ascensão do Chega, das responsabilidades de Rui Rio, da cultura woke e do futuro do país.

Bruno Pernadas: "Antes achava-se que para seres músico tinhas de sofrer e ser humilhado para seres alguém"
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Manuel Moura dos Santos: "As coisas que disse no 'Ídolos' hoje seriam impossíveis"
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Teresa Tavares: "Envelhecer continua a ser muito mais duro para as mulheres. E temos sempre de mostrar muito mais para chegar aos mesmos lugares"
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