Miguel Morgado revisita a infância numa Setúbal marcada pela revolução, explica como se tornou um homem de direita num bastião comunista e recorda os anos mais difíceis da Troika ao lado de Pedro Passos Coelho. Analisa ainda o estado da democracia portuguesa e pelo caminho, fala da perda da fé, da ascensão do Chega, das responsabilidades de Rui Rio, da cultura woke e do futuro do país.

Kiko Martins: "Eu sou vaidoso. Não há nenhum chef de cozinha que não tenha um ego grande"
56:30

Kiko is Hot: "Não vivo pela fama ou pelos likes. Hoje sinto que consigo ser uma luz para muitas crianças e jovens"
51:23

Cláudio Ramos: “Não vale a pena mentir, a homofobia existe. Há pessoas a serem agredidas na rua em pleno 2026”
1:06:01