Uma democracia implica transparência, não opacidade. Só com a identidade pública dos doadores dos partidos é que é possível haver escrutínio. E com a Europa a várias velocidades, o que vem aí?

Seguro já percebeu como mudar a realidade portuguesa?
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Prioridades da Assembleia não interessam às pessoas?
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Estado de graça de Seguro: realidade superou a expectativa?
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