

Assim, o Parlamento não vai a lado nenhum
Ventura queima todas as pontes de entendimento com o governo e parece que nos vai dar mais do mesmo, mas numa versão mais musculada. O futebol mete emoções à mistura, mas estamos a perder o controlo?

André Ventura percebeu o sinal que lhe foi dado nas urnas?
Embate entre Montenegro e Ventura marcou o debate quinzenal pela violência e irritação. PS esteve na primeira fila para ajudar o Governo — foi uma boa manobra política no debate de alta performance?

UGT está de Carnaval e não quer mexer uma palha?
A negociação começou com linhas vermelhas que são não tocar em nada. A UGT faltou à reunião com a ministra e mostra que não quer conversar. E depois das tempestades, vem aí um cenário de défice?

José Luís Carneiro escreve cartas. E apresentar ideias?
O líder do PS não vai resolver problemas a escrever cartas — há mesmo que apresentar propostas. Ainda o pacote laboral, que volta a estar em destaque: a própria ministra tem condições para continuar?

Montenegro está a ser o "tóxico" que "dá ghost" a Carneiro?
José Luís Carneiro já perdeu a conta das cartas que mandou ao Governo e que estão a ser completamente ignoradas. E ainda, Christine Ourmières-Widener continua a ser a vítima do sistema de Galamba?

Nem o mau tempo demoveu eleitores de votar na "2ª volta B"
A população não está disposta a abdicar do direito de voto... mesmo que seja necessário ir de barco. Com Seguro como presidente muito vai mudar: a ginjinha do Barreiro nunca mais será a mesma.

Que tipo de presidente será António José Seguro?
Belém vai ter um novo morador, mas quantas fichas estamos a apostar em Seguro? E ainda o que fica do mandato de Marcelo? Só selfies e silêncios?

Entre crises e urnas: recuperação, recados e ilusões
Da calamidade à campanha, o Governo corrige erros, o Presidente soma legitimidade e a direita mede forças. Entre aplausos a Rubio e avisos nas urnas, sobra uma pergunta: quem vai pagar a fatura?

Governo em modo sobrevivência: quem segura o leme agora?
Ministra sai em plena tempestade, Governo corre atrás do prejuízo e o novo Presidente promete "apertar". Pelo meio, o país pergunta: há comando ou é tudo improviso?

Coordenação governativa? Só faltou avisar os ministros
Nova centralização aproximou Governo do terreno. Ainda assim, entre comunicados e interpretações criativas sobre o layoff, fica a dúvida: houve estratégia ou apenas um episódio de improviso coletivo?