



Fintas e tachos: a arte política de contornar a lei
André Ventura transforma linhas vermelhas em passadeiras na negociação da lei laboral. Pelo caminho, há quem finte a ética para ir à bola de graça no Mundial.

PSD no velódromo a pedalar pelos serviços mínimos
Em Anadia, o PSD quer garantir que as escolas não fecham por nada. Ainda José Luís Carneiro: do "baile de máscaras" aos estaleiros onde a inovação só conta se for para a fotografia. E a RTP à venda.

Discursos de Abril a preço de ouro e o PS no limbo
Na Amadora, a liberdade sai cara e o presidente já é arguido por prevaricação. Enquanto o PS finge que não vê e o Governo "namora" o Chega, o contribuinte paga o luxo.

A FIFA ajoelhou-se perante os interesses de Donald Trump?
O Mundial tornou-se um palco de jogadas políticas e restrições às liberdades. Ainda, a mudança de rota na procissão do Corpo de Deus reacende o debate sobre a integração.

A eleição de um juiz do Chega faz abanar a democracia?
Novos nomes elegidos para o TC e a entrada de um perfil indicado pela extrema direita põe em causa o regime ou garante o pluralismo? Ainda, com a PSU receber apoios sociais passa a exigir trabalho.

PS esqueceu-se de ir trabalhar para o Parlamento?
Enquanto o PS falta a votos cruciais, discute-se se a PSU é escravatura ou inserção. Sobrou tempo para o Presidente vetar bandeiras e Ventura brincar aos cruzados com Photoshop e muita luz.

Governo anda a dançar ao som do Chega?
O Presidente da República faz política com adereços, o PS lava as mãos e a AD percebe que governar é um detalhe quando se está no colo do Chega.

André Ventura vira o disco e toca o mesmo?
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatários

A inteligência de uma criança pode salvar a própria vida?
O caso da menina que ligou para o 112 a falar em código revela a importância da perícia policial. A primeira intervenção presidencial do 10 de junho é criticada pela falta de substância do discurso.

Cartão de militante: O único "doutoramento" que interessa?
Esqueça o currículo: no SNS, o que brilha é o cartão partidário. Entre a farsa das nomeações e o filtro inútil da CReSAP, o mérito é uma miragem. Gestão pública ou apenas um eterno baile de partidos?