Maggie Jencks, uma escritora importante na reflexão sobre o cancro da mama, comparava o momento em que se recebe um diagnóstico de cancro a ser inesperadamente atirada de um avião. De repente, surgem profissionais de saúde que fazem tudo para nos colocar um paraquedas e garantir que chegamos ao chão em segurança.
Quando aterramos, chegamos a um lugar completamente desconhecido, sem saber para onde ir, o que esperar ou como encontrar o caminho de volta. A escritora dizia ainda que, no meio de tudo isto, os profissionais de saúde continuam no avião, lá em cima, a colocar paraquedas noutras pessoas.
Hoje em dia, felizmente, a grande maioria das mulheres sobrevive e aterra sã e salva. Mas tratar ou curar um cancro não é o mesmo que cuidar da pessoa que vive com esta doença.
Como é a vida depois do cancro? E o que podem os profissionais de saúde, os familiares e os amigos fazer melhor para garantir que ninguém se sente perdido, por mais tempo que passe?
Neste episódio do podcast Consulta Aberta, Margarida Santos conversa com a atriz Sofia Ribeiro sobre aquilo que lhe faltou e continua a faltar, onze anos e muitos tratamentos depois do diagnóstico.
Em outubro, a Consulta Aberta conta com o apoio dos cereais Fitness. Através da iniciativa "Pink Ribbon Talks", a Fitness alerta para a importância do diagnóstico precoce e apoia a investigação sobre o cancro da mama desenvolvida pela Fundação GIMM.

Cancro da mama: e depois do diagnóstico? Com Tânia Graça e Sérgio Dias
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Episódio 100: o que significa ser médica de família quando os doentes deixam de ser apenas nomes numa lista?
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Respirar bem é viver bem: a influência das doenças respiratórias na qualidade de vida, com a pneumologista Susana Sousa
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