O Zimbabwe foi eleito para um mandato de dois anos como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, órgão responsável pela manutenção da paz e segurança internacionais. Será a terceira vez que o país integra este importante fórum, depois dos mandatos exercidos entre 1983-1984 e 1991-1992. A partir de janeiro de 2027, o Zimbabwe juntará a República Democrática do Congo e a Libéria no chamado grupo africano "A3", responsável por coordenar posições africanas no Conselho. A eleição acontece numa altura em que o continente enfrenta diversos desafios de segurança e governação, levantando expectativas sobre o papel que Harare poderá desempenhar na defesa dos interesses africanos no sistema multilateral.
Para analisar significado político e diplomático da eleição do Zimbabwe ouvimos, José Francisco Pavia, Professor Catedrático português.

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