O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo condenou o activista social e Director Executivo do Centro para Democracia e Direitos Humanos, Adriano Nuvunga, ao pagamento de uma indemnização de um milhão de meticais e a uma pena de seis meses de prisão convertida em multa, por calúnia e difamação contra o presidente do PODEMOS, Albino Forquilha.
O caso está relacionado com acusações feitas por Nuvunga, durante o período pós-eleitoral de 2024, segundo as quais Albino Forquilha teria recebido 219 milhões de meticais para alegadamente influenciar aquilo que ficou conhecido como a “verdade eleitoral”. A Procuradoria-Geral da República arquivou posteriormente o processo por falta de provas.
Para analisar a decisão judicial e as suas implicações para a luta contra a corrupção, a liberdade de expressão e o papel da sociedade civil, conversamos com, Gerson da Silva, jurista e Presidente da Associação Mentes Resilientes.

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