O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, foi colocado em prisão preventiva no âmbito da investigação a uma alegada tentativa de golpe de Estado, ocorrida antes das eleições gerais de novembro de 2025. O político é acusado de ter financiado e facilitado a preparação da suposta ação, acusações que rejeita através da sua defesa, que considera tratar-se de um processo com motivações políticas e contesta a competência do Tribunal Militar para julgar um civil. O caso está a gerar forte debate na Guiné-Bissau e reacções de figuras políticas, entre elas o candidato presidencial Fernando Dias da Costa, que denuncia uma alegada instrumentalização da justiça para fins políticos.
Para compreender as implicações deste processo para a democracia guineense, conversamos com Iancuba N’djai, deputado da nação e membro do Beaurau Político do PAIGC.

Tribunal internacional avança na investigação de crimes de guerra no Sudão
10:27

Audiência de Domingos Simões Pereira no Tribunal Militar Superior termina sem qualquer decisão
08:43

Chefe da diplomacia russa inicia digressão diplomática ao continente africano
09:45