O processo judicial que envolve o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, continua a marcar a atualidade política na Guiné-Bissau. A audiência realizada no Tribunal Militar Superior terminou sem qualquer decisão imediata, mantendo o antigo Presidente da Assembleia Nacional Popular em prisão domiciliária. A defesa sustenta que o tribunal militar não tem competência para julgar o caso e considera que o processo deve ser apreciado pelo Supremo Tribunal de Justiça. O despacho do juiz é aguardado com expectativa e poderá ter importantes consequências políticas e institucionais. É sobre este tema que conversamos agora com Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense.

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