O clima de tensão entre os Estados Unidos e a China voltou a intensificar-se, com a administração Trump a aplicar tarifas pesadas sobre produtos chineses e a pressionar países terceiros a reduzirem o seu comércio com Pequim, sob promessa de isenções tarifárias. Em resposta, a China já fez saber que retaliará contra quaisquer acordos que considere prejudiciais aos seus interesses. Esta rivalidade económica, com contornos cada vez mais globais, pode vir a colocar os países africanos numa posição delicada — especialmente os que mantêm laços comerciais estratégicos com ambas as potências. Para analisar as implicações desta nova fase da guerra comercial, temos connosco Arick Wierson, jornalista político Americano.

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