A decisão da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de adjudicar à empresa espanhola Indra a gestão tecnológica das eleições gerais de 2027 voltou a gerar polémica em Angola. Esta será a quinta vez consecutiva que a Indra assegura o processo, suscitando críticas de partidos da oposição, que falam em "consagração de fraude", e de analistas, que apontam fragilidades nos concursos públicos. O debate centra-se na transparência, credibilidade e confiança do eleitorado no sistema eleitoral angolano. Para analisar o impacto politico e institucional desta desta decisão, conversamos com Damarcio dos Santos analista político angolano.

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