Os Estados Unidos preparam-se para reduzir significativamente os serviços de processamento de vistos em África, passando de cerca de 50 embaixadas e consulados para apenas 20 centros regionais. A medida integra a estratégia da Administração norte-americana de reforçar o controlo migratório, reduzir a imigração e apertar os mecanismos de verificação dos requerentes de vistos.
A decisão poderá ter impactos significativos para cidadãos africanos que pretendem viajar para os Estados Unidos, obrigando muitos a deslocarem-se para outros países para tratar dos seus pedidos. Especialistas alertam ainda para possíveis consequências diplomáticas, económicas e académicas nas relações entre os Estados Unidos e o continente africano.
Para analisar o alcance desta medida e as suas implicações para África, conversamos com Marcus Vinicius de Freitas, docente da Universidade de Relações Internacionais da China.

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