O general na reforma Higino Carneiro formalizou a sua candidatura à liderança do MPLA, entregando mais de 19 mil subscrições de apoio junto da comissão responsável pelo processo eleitoral interno do partido. O pré-candidato afirma ter enfrentado pressões, perseguições e actos de intimidação durante a recolha de assinaturas em várias províncias do país. A candidatura surge também numa altura em que Higino Carneiro enfrenta uma acusação por alegados crimes de peculato e branqueamento de capitais, factos que rejeita, invocando a presunção de inocência. Para analisar o significado político deste desenvolvimento e as suas implicações para o futuro do MPLA, conversamos com Faustino Henrique, academico e analista politico angolano.

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