Multidões de iranianos marcharam pelas ruas de Teerão esta segunda-feira num cortejo fúnebre para o líder assassinado, o ayatollah Ali Khamenei,que será sepultado na próxima quinta-feira em Mashhad, a sua terra-natal.
Originalmente previsto para o início de março, o funeral foi adiado devido à guerra no Oriente Médio, iniciada com o ataque dos EUA e de Israel que matou o aiatolá em 28 de fevereiro.
As cerimónias fúnebres pretendem constituir uma demonstração de unidade e força, numa altura em que decorrem negociações com os Estados Unidos, após a assinatura, no mês passado, de um acordo-quadro destinado a pôr fim ao conflito.
Para analisar os significado politico desta cerimônia para o regime iraniano, conversamos com Marcus Vinicius de Freitas, docente da Universidade de Relações Internacionais da China.

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