Faz sentido que o último discurso de Marcelo tenha forte pendor sobre misturas históricas? Os discursos e as reações aos mesmos neste Antes Pelo Contrário em podcast, com Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva. No discurso do 10 de Junho em Lagos, Marcelo Rebelo de Sousa celebrou a miscigenação como essência da identidade portuguesa, afirmando que, após 900 anos, ninguém pode afirmar-se mais puro ou mais português do que outro. A cerimónia, marcada também pela intervenção da escritora e conselheira de Estado Lídia Jorge, destacou Lagos como símbolo histórico dos Descobrimentos e do tráfico de escravos, mas também de diversidade e reencontro. Marcelo apelou a um Portugal mais inclusivo, sublinhando a necessidade de "recriar" e "cuidar melhor da nossa gente", e defendeu que este “recriar Portugal” deve ser a prioridade no novo ciclo da história do país. O Antes Pelo Contrário foi emitido na SIC Notícias a 10 de junho.

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“O Chega, como qualquer partido populista, quer sempre o impossível. Passos já disse que a proposta de baixar a idade da reforma é absurda”
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