Enquanto a polémica em torno da Base das Lajes continua a agitar o debate político, as declarações de Marco Rubio — apresentando Portugal como exemplo de submissão incondicional aos EUA — expõem o Governo às críticas da oposição. Daniel Oliveira considera que Portugal foi “apresentado como um exemplo de falta de exigência”, enquanto Francisco Mendes da Silva questiona a autenticidade do escândalo, lembrando que o PS sempre respeitou o costume diplomático atlântico. Luís Montenegro apresenta a sua moção de recandidatura à liderança do PSD declarando que “o não é não” ao chamado Bloco Central, equiparando PS e Chega. Na reforma laboral, o debate sobre se o Governo se entenderá com o PS ou com o Chega levanta questões incómodas sobre o papel da oposição socialista e a utilidade crescente da extrema-direita no jogo parlamentar. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de maio.
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* A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa

“O Chega, como qualquer partido populista, quer sempre o impossível. Passos já disse que a proposta de baixar a idade da reforma é absurda”
22:50

“Quando se adquire a nacionalidade, adquire-se a cidadania plena: não há nacionais de segunda”
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“No Governo, a inatividade magistral é sempre o garante da popularidade. É por isso que há áreas onde estamos na paz dos cemitérios”
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