Enquanto o pacote laboral avança para negociação parlamentar após o impasse na concertação social, o Governo tenta encontrar margem de acordo com o Chega, num xadrez político onde férias e banco de horas surgem como possíveis moedas de troca. José Eduardo Martins considera que “não há outro remédio senão negociar” com um partido que “quer sempre o impossível”, Pedro Delgado Alves defende que o Chega age por puro oportunismo, “navegando a crista da onda” sem convicções profundas. No caso das torturas na esquadra do Rato, o ministro da Administração Interna é elogiado pela sua gestão, mas o debate potestativo marcado pelo Chega gera críticas: para José Eduardo Martins, o partido tentou “branquear os polícias criminosos” num movimento preocupante para a democracia. No Reino Unido, as eleições autárquicas agravam a crise do governo de Keir Starmer, com o Reform UK, de Nigel Farage, a vencer no País de Gales após 27 anos de domínio trabalhista. Pedro Delgado Alves alerta que o fim de linha para o primeiro-ministro britânico não significa necessariamente o fim do governo nem eleições antecipadas. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 14 de maio.
* A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa

“O MAI foi muito claro: os movimentos de extrema-direita são muito mais perigosos porque têm armas, matam, ameaçam e coagem”
20:23

“André Ventura está a preparar-se para aprovar o pacote laboral sem nenhuma cedência”
19:22

“Quando o PS não faz uma rendição total à posição do Governo, o Governo acha que o PS não está a ser colaborativo”
24:51