Cátia Terrinca e Surma viajam a bordo de sonhos, literatura que é feita de estrelas e meteoros, ora brisa, ora granítica, que nos embala em sonoridades eletrónicas para distorcer e regressar ao dia-a-dia, à voz comum, ao corpo. Quase a fechar uma sessão em que a maior parte dos textos foram escritos por mulheres cujas identidades desconhecemos, um texto de Teresa Rita Lopes que na verdade é o coração: ELA não consegue apanhar o táxi. Quantas mulheres desconseguem a vida que sonham?

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