Mil e Uma Noites: quem reparou que os meus olhos falavam de solidão e de dor?

 

Em Estremoz, lemos cadernos, cartas e manuscritos que permanecem em arquivos informais. Mas também livros e jornais. Textos que, apesar da sua formalidade, parecem quase todos escritos à margem da literatura oficial e agora são trazidos para o espaço público, para serem lidos, debatidos e pensados em conjunto. São duplamente marginais por serem de mulheres do Alentejo. Ainda assim, ricas ou pobres, as mulheres do Alentejo conseguem olhar o mundo e pensar sobre ele. Socorrem-se de Deus e dos sentidos, pedem paz, saúdam a liberdade de Abril - que nunca esquecem.

Cátia Terrinca e Marta Reis Jardim tomam essa liberdade como mote para brincar com as palavras de hoje. 

Xerazade e as outras

Um podcast performativo com textos de mulheres do séc. XX.

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