Em No Balouçar da Onça, Cátia Terrinca e Cheila Lima interpretam textos de autoria feminina do século XX atravessados por imaginários racistas e coloniais. Ao trazer à cena estas palavras, a sessão confronta-nos com um passado e presente, revelando como a literatura também reproduziu visões de poder e exclusão. Mais do que expor, trata-se de abrir espaço para uma escuta crítica, onde a voz feminina se torna instrumento de questionamento: como lidar com estas heranças? Como transformar a memória em consciência e futuro partilhado?



