A partir da pesquisa feita em Lagoa, a convite da Bóia - associação cultural, nadámos num rio de prata imprevisto. Um rio que levou muitas mulheres a outros lugares, mulheres-escola, mulheres-viagem, mulheres-sonho, mulheres-conserveiras, mulheres-anedotas, mulheres-mulheres-mulheres-mulheres. Muitas nos falaram da observação da pobreza ou da riqueza nos corpos dos outros, sempre intocáveis, à distância de quem nasce em berços opostos, ajudando a entender um Algarve do qual poucas vezes falamos, mas que aqui vamos escutar nas vozes de Cátia Terrinca e de Mariana Ramos Correia.

Mil e Uma Noites: quem reparou que os meus olhos falavam de solidão e de dor?
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Mil e Uma Noites: Abstracto Triste
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De volta para casa
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